Cientistas pesquisam passado para ajudar na preservação da Mata Atlântica

Agência FAPESP – Uma equipe internacional de cientistas terá quase US$ 4 milhões para desenvolver, durante cinco anos, uma ampla pesquisa multidisciplinar que permitirá conhecer melhor a distribuição de espécies animais e vegetais na Mata Atlântica brasileira.

O projeto, coordenado por Ana Carnaval, do City College of New York, Estados Unidos, e Cristina Miyaki, da Universidade de São Paulo, tem financiamento da FAPESP e da National Science Foundation (NSF), tendo sido selecionado na segunda chamada de propostas de projetos de cooperação científica por meio dos programas BIOTA-FAPESP e Dimensions of Biodiversity-NSF.

“Por meio do estudo da Mata Atlântica e das mudanças em sua paisagem e clima nos últimos 120 mil anos, entenderemos melhor como as espécies da floresta responderam a repetidas alterações ambientais no passado. Essa compreensão poderá se revelar importante para estimar como as espécies responderão a futuras mudanças no clima e ambiente”, disse Carnaval, que nasceu no Rio de Janeiro e é professora assistente de Biologia no City College, em notícia divulgada pela instituição.

O projeto, que tem também apoio da Nasa, a agência espacial norte-americana, conta com cientistas de diversas outras instituições, como a State University of New York, o New York Botanical Garden, o American Museum of Natural History, a University of California Santa Cruz, a University of North Carolina, o Institut de Recherche pour le Developpement (France) e a Australian National University.

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